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  BATALHA ESPIRITUAL EM PALMAS-TO  
  Ap, Coraiola  
     
 

Em 1.998, especificamente no mês de agosto, fomos tocados por Deus para começarmos fazer Batalha Espiritual a nível territorial em Palmas/To., nossa cidade, e onde tínhamos a menos de um ano começado um trabalho em células, que denominamos de Comunidade Batista Koinonia.

O que você deve estar pensando eu também pensei, como começar uma Batalha Espiritual com um exército tão novo e despreparado, entretanto Deus tinha me reservado uma grande surpresa, levantava-se alí guerreiros que eu mesmo duvidava de sua capacidade.

Eu aprendi na época que estava em uma batalha e precisava conhecer as estratégias, armas, etc. de nosso inimigo. Sem questionar com Deus, aproveitei que tinha três missionários nos visitando, e com mais dois da nossa igreja, solicitei que fossem à nossa chácara, que fica a vinte e três quilômetros de Palmas, para que lá durante três dias ficassem em consagração, oração e jejum.

Ë claro que nesta época tínhamos algumas dificuldades, a primeira era chegar na chácara, só a pé, a Segunda não havia casa, somente uma choupana de palha de babaçu. Mesmo assim aceitaram o desafio. Tudo fiz debaixo de orientação de Deus. Levei-os até uma parte do caminho, e lá foram eles para buscar no meio do mato, afastado de tudo uma orientação de quais fortalezas satanás usava contra o povo de Palmas.

No terceiro dia fui busca-los, depois de caminhar alguns quilômetros, cheguei onde eles estavam, e fiquei surpreso quando lá chegando encontrei a choupana queimada e a barraca de nylon que tinha emprestado estava com uma parte derretida. Questionei, o que tinha acontecido, e me passaram a contar.

Disseram que no primeiro dia por volta de meia noite quando estavam já dormindo foram despertados pelo calor e pela claridade do fogo, e com muita dificuldade conseguiram sair de dentro daquela fogueira. Quando me mostraram duas panelas de pressão totalmente derretidas é que pude avaliar a intensidade do fogo, pois a barraca, que teve parte da frente derretida estava a uma distância de quarenta metros da choupana.

Como podemos notar satanás tinha se levantado com muita ira, porque alí estava começando uma das experiências mais fantásticas de minha vida e também passaria por dias de ensino, na prática, que nutrem até hoje minha vida espiritual, pois mesmo assim, Deus cumpriu o que tinha me revelado, que mostraria as fortalezas que atuavam em Palmas.

A líder do grupo começou a me relatar que o ocultismo, a sexualidade e a maçonaria, eram as fortalezas dominantes da cidade. Nada sabiam da história da cidade, pois tinham chegado há um dia, e não tinha comentado nada com eles, pois esperava de Deus, a revelação, contra quem lutaríamos.

Contou-me ainda que durante aqueles dias, na beira do rio que passa pela chácara, tiveram todos, uma visão de muitos ratos e a própria Iemanja lhes apareceu. Isto não era novidade para mim pois já notava que o adultério, prostituição e homexualismo eram práticas comuns na cidade, principalmente porque muitos vieram sem suas famílias para tentar uma nova vida, a solidão, e a falta do que fazer, levavam tanto homens como mulheres nestas condições se entregarem a estas práticas.

Tudo bem, retornamos, e agora, que fazer?

Pedi ao Senhor o que deveria fazer, pois pelos últimos acontecimentos pude verificar que estava preste a me meter numa situação que poderia me dar mal.

Deus entretanto tinha tudo preparado e quando estava num período de oração na igreja, orientou-me a montar um exército com vinte e uma pessoas, os quais deveriam tomar a cidade em três dias, a pé e descalço, nos dias antecedentes ao dia que comemoram o dia da padroeira do Estado do Tocantins, isto é, dia oito de setembro. Nesta mesma noite me levou a ler Josué 1.3 “Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés”.

No princípio, pela inexperiência, ou até mesmo por receio, pois contava nesta época com uma igreja que não tinha ainda um ano de existência, e a maioria das pessoas que estavam comigo, com exceção de umas dez, eram recém convertidas.

Confesso, com muito receio comecei a colocar as minhas dificuldades para Deus, que infantilidade a minha, pois a palavra de Deus é clara em afirmar que “Aquele que inicia a boa obra ade terminá-la”. Mas, assim mesmo perguntava, quem? Como escolhe-los? O que instruí-los e como prepara-los? E como protege-los das ciladas e revides do inimigo? Silêncio ... naquele dia não obtive respostas.

No dia seguinte eu já tinha convidado os missionários e mais um grupo de pessoas que subiríamos o monte e lá estaríamos na presença do Senhor. Depois de louvarmos e adorarmos a Deus, me afastei do grupo e comecei falar com Deus, sobre aquele assunto que eu estava sem respostas desde o dia anterior. Foi quando Deus novamente interviu dizendo-me no meu intimo que as pessoas deveriam ser por mim convidados da seguinte maneira: “que os grupos seriam liderados por mim, pela minha esposa, e pelos cinco missionários que estavam na igreja, dois da igreja e três que nos visitavam, os mesmos que tinham ido para a chácara. Até aí tudo bem, todavia ainda faltavam quatorze pessoas, o que fazer?

Deus é maravilhoso, determinou-me que no dia seguinte reunisse a igreja, ministrasse sobre Batalha Espiritual, e ao final fizesse um convite para voluntários que gostariam de participar desta batalha, e me alertou, que somente se levantariam quatorze pessoas, e que estes seriam os que foram por ele escolhidos. Ainda preocupado, todavia com o coração aberto para obedecer, pedi uma prova para Deus, me lembrei de Gideão, falei em espírito com o Senhor, que faria tudo conforme estava recebendo, porém só sairia para as ruas com este exército se, após eu conhecer os quatorze eu convidaria que voluntariamente um dos presentes falasse um versículo da bíblia, e o primeiro que levantasse recitaria o primeiro versículo do Salmo 23, “O SENHOR É O MEU PASTOR E NADA ME FALTARÁ”, nenhuma palavra a menos nenhuma a mais, só assim, eu sairia para as ruas, esta era a senha, e Deus sabia .

Convoquei a igreja para a ministração, chegou a hora, tínhamos aproximadamente sessenta pessoas na igreja e começamos a ministração, eu olhava para as pessoas presentes, só eu, minha esposa, os missionários e mais umas três pessoas não éramos recém convertidos, me perguntava, será? Mas, o Espírito de Deus me acalmava todas as vezes que a dúvida batia meu coração, superava aquele momento, diga-se de passagem, de incomodo, e retomava a fé, se assim posso dizer.

Chegou o momento, a ministração chegou a seu final e fiz o apelo daqueles que gostariam de compor as equipes, antes porém alertei de todos os perigos que passariam as pessoas que voluntariamente se apresentassem para a missão, e ainda pedi que todos verificassem se estavam com a vida no altar, e se algum pecado ainda permanecesse tinham ainda a oportunidade de arrependimento e confissão. Minha surpresa, somente quatorze se levantaram, somente eu e Deus sabíamos da conversa do monte, pois foi em secreto. Quando olhei todos recém convertidos, como ninguém sabia o que passava no meu coração, nem minha esposa, propus que alguém se levantasse e falasse um versículo da bíblia, um somente se levantou e em voz bem alta disse: “O SENHOR É O MEU PASTOR E NADA ME FALTARÁ”. As lágrimas tomaram meus olhos, a alegria tomou meu coração e a coragem tomou meu espírito, Deus tinha preparado tudo, conforme o que tínhamos combinados, nada me restava a não ser sair para as ruas.

Após me despedir dos demais, dividi os voluntários nos sete grupos, e passei a transmiti as estratégias, já tinha comigo todo o planejamento da tomada da cidade, me lembrei por instantes os momentos de treinamento que recebi no quartel, e assim, por volta das 23:00 hs, saímos para a batalha.

Eu e meu grupo fomos tomar o centro da cidade, exatamente onde está o palácio do Governo, Tribunal de Justiça e Assembléia Legislativa, as demais equipes foram para outras direções. Quando me dei conta lá estava descalço andando a pé, em volta do Palácio do Governo, o pé sentindo as conseqüências do atrito com o asfalto, porém o Espírito Santo me transferia tanta autoridade, que me sentia tão forte que nada me poderia abalar. Os carros passavam olhavam para nós, sem entender o que acontecia, na certa questionavam o que o Dr. Coraiola, na época eu também era advogado muito conhecido na cidade, estará fazendo na rua esta hora, seguido de mais duas pessoas, e todos descalços? Nada me importava, apenas sabia que algo nas regiões celestiais estava acontecendo.

Combinamos que cada equipe ao terminar seu percurso voltaria para a igreja, oraríamos e só então iríamos para nossas casas. Eu não pensei que teríamos tantas novidades, a primeira é claro que todos estavam com os pés cheio de bolhas, mas o que ficamos surpreendido foi com a equipe que orou ao redor de uma das quadras onde tinha uma loja maçônica, quando por ali passaram foram surpreendidos, pois um demônio de capas pretas, assim relataram, se materializou junto deles, todavia nada falou ou fez, pois quando isto aconteceu de imediato começaram reprendê-lo e ele sumiu. Outra equipe contou-nos que uma estatua de jardim, quando eles passavam pela frente de uma casa, ela os seguia com a cabeça, fazendo-os orar com mais intensidade pois sentiam a presença maligna no local.

Por três dias seguidos repetimos, esta tomada da cidade, em regiões distintas, até que tomamos toda a cidade, tudo aconteceu como o Senhor tinha nos dirigido.

De princípio até parecia loucura, mas podíamos ver os resultados com os grandes resultados das igrejas, todas crescendo de uma maneira maravilhosa, começou haver varias conversões, a nossa igreja nesta época ainda no meio do mato, com a casa mais próxima a setecentos metros de distância, não havia luz nas ruas, e quando chovia, diga-se de passagem, seis meses sem parar, continuava crescendo e dobrou o número de membros que tínhamos no primeiro ano. Um grupo de homossexuais que fazia ponto em uma das praças da cidade, conhecidos em Palmas, como quejinhos, foi abordado pelos rapazes da igreja, que parando o carro falaram: “JESUS te ama”.

O líder dos travestis aproximou-se do carro, e pergunto-lhes como ele podia saber mais sobre Jesus, de imediato, até surpresos, marcaram para no próximo dia irem em sua casa, e lá estávamos, vimos ele aceitar Jesus naquela tarde, e após convidamos para que fosse morar em um quarto que tínhamos na igreja, aceitou, após ter queimado suas roupas de mulher. A partir daí os travestis e homossexuais começaram freqüentar a igreja, pois viram as mudanças do companheiro, todos os cultos havia conversões de um deles, hoje vários são membros da igreja, totalmente libertos, um deles inclusive se preparou na JOCUM para missões.

No ano seguinte, na mesma época, Deus falou comigo para continuar tomando a cidade todos os anos, pois na sétima vez, como fez em Jerico nos entregaria por definitivo toda a cidade, e um grande avivamento, com proporções ainda não provada no Brasil começaria em Palmas por ser a mais nova capital, do mais novo Estado, “Eu confundirei os grandes”, na época era difícil acreditar, porém passados três anos da primeira tomada da cidade, já cremos, pois no último censo do IBGË constatou-se que 48% da população já é evangélica e está freqüentando uma igreja.

No segundo ano levantei o assunto em uma reunião da Ordem dos Pastores, e estendi o convite para todos que fossem comigo para tomarmos a cidade, no dia marcado só apareceram cinco, já era um progresso. Porém na madrugada do primeiro dia, por volta de uma hora, recebi um telefonema urgente para que fosse para igreja pois um dos rapazes que estavam em período de libertação, estava manifestado. Chegando na igreja, mais precisamente na casa que fica nos fundos, fui orar com ele quando um demônio dizendo ser a rainha dos céus, me perguntava: Por que eu tinha vindo daquela cidade pequena para mexer com o inferno, que o que eu tinha que ter orado para que a igreja dela não fosse construída e ainda que história era essa de andar descalço pelas ruas, que ele me odiava e naquele dia estaria me seguido por onde eu fosse, e que nas trevas da noite estaria me vigiando, eu ouvi, repreendi aquele demônio e mandei embora em nome de Jesus. Ele estava bem informado, eu vim de Guaíra/Pr., uma cidade relativamente pequena, quando o Governador do Tocantins, doou o terreno na praça principal da capital, bem ao lado do Palácio do Governo, para que o Vaticano construísse a catedral, tentamos alguns Pastores persuadi-lo, falando com ele para que não fizesse isto, pois Palmas tinha sido a única capital do país que não teve a primeira missa, e sim o primeiro culto, que não prestigiasse apenas uma religião, todavia não nos quis atender. Algumas horas após seria colocada à pedra fundamental para construção da Catedral. Naquele momento fomos todos para o local pré-fixado, circulamos a cruz que tinha sido posta para a solenidade, oramos e decretamos que a catedral não iria ser construída, até aqui Deus tem nos honrado, pois já passou quase seis anos e nem um tijolo foi colocado, e não pense que já não foi feito todo tipo de campanha para construção, o próprio governador já doou mensalmente uma parte de seu salário, mas o terreno lá está, intacto, o Senhor é fiel.

O principado sabe que está derrotado. Naquela noite, não mais sozinho, já com mais pastores, e as equipes que tomariam as quadras, preparávamos para sair, quando nem sei porque, falei a todos, “que nada te detenhas no caminho”, saímos tranqüilos, e quando nos dirigíamos para a entrada sul da cidade deparamos na escuridão com um ciclista caído, todo ensangüentado, que vendo a luz do carro, veio de encontro ao mesmo, quem dirigia era uma pastora, que é médica, por reflexo da própria profissão foi freiar o carro e eu de imediato lembrei-me das palavras que tinha dito, e repeti quase gritando “que nada te detenhas no caminho”, ela acelerou e quando mal tínhamos passados pelo homem, uma esfera de cor vermelha atravessou a estrada, bem na frente do carro, foi motivo de preocupação, mas lembrei da madrugada anterior e constatei nas trevas estava satanás para nos parar ou causar danos, todavia o Espírito de Deus nos orientou e pudemos naquele ano tomar a cidade, e os frutos cada dia que passa são confirmadores.

No ano seguinte, 2000, quinze pastores participaram da tomada da cidade e este ano nos preparamos para mais Pastores participarem e já estão confirmadas cinco igrejas com suas equipes de Batalha Espiritual, para mais uma tomada da cidade.

Em junho de 2.000, uma batalha, à nível de principado, nos ares da cidade foi iniciada. Iniciei para ver se dava resultado, entretanto estou maravilhado com os resultados. Atacamos diretamente o trono e seis meses depois através do relatório da Secretaria de Segurança do Estado do Tocantins, assinado pelo Cel. Napoleão, pudemos constatar que a população no período cresceu em relação ao ano anterior 20.000 habitantes e a violência diminuiu 34,4%. As eleições de outubro/2000, foram simplesmente revertidas, o candidato que estava com 51% nas pesquisas, faltando quinze dias para eleição foi derrotado pela atual prefeita que estava com um pouco mais de 20% dos votos, hoje quem nos financia o avião para realizarmos esta batalha é a própria prefeita, além do que incluiu um representante da OMEP- Ordem dos Ministros de Palmas, nos conselhos municipais, e se isto não bastasse, uma vez por mês se reúne com os Pastores para um culto na sala de reuniões da prefeitura, cabe salientar que a prefeita não é evangélica.

Se isto não bastasse, no dia 10/12/2.000 o governador do estado, nos presenteou com um monumento todo em granito, pelo dia da bíblia, e participou da solenidade de inauguração. Como de costume em várias cidades o monumento da bíblia é colocado em uma praça distante, quase sem importância, todavia em Palmas foi diferente, a praça escolhida foi a dos três poderes, enfrente ao palácio do governo, exatamente onde é o ponto geodésico do Brasil, (conforme fotos), hoje podemos declarar que NO CORAÇÃO DO BRASIL FOI CRAVADA A PALAVRA DE DEUS, com o versículo (João 3:17 - Pois Deus mandou o seu Filho para salvar o mundo e não para julgá-lo.). A inauguração foi coberta por todos os canais de televisão, a maioria das igrejas evangélicas de Palmas participaram, os pastores ungiram os pontos cardeais do Brasil que estão desenhados debaixo do monumento, na calçada da praça.

Uma semana após, foi realizada em um dos hotéis da cidade uma santa ceia, onde cinqüenta e dois pastores e esposas participaram, havendo neste momento muitos pedidos de perdão entre denominações, Pastores que tinham problemas entre si, se tornando uma festa santa.

Por ocasião do carnaval, a prefeita aceitou nossas recomendações e não houve rei momo e rainha do carnaval, e declarou publicamente “que não entregaria a chave da cidade a ninguém, por que os crentes disseram-lhe que isto não era bom para a cidade”.

Neste ano, tanto a marcha para Jesus como o dia da Bíblia passaram a fazer parte do calendário oficial da cidade, e todo o investimento feito para a marcha para Jesus, perto de R$ 60.000,00 (sessenta mil reais), foram pagos pela Prefeitura.

Na semana em que a polícia militar do Tocantins entrou em greve, e o exército estava para invadir o quartel, o meu telefone celular tocou, era a prefeita, me convidando para acompanha-la para que fosse aberto um canal de negociação entre os amotinados e o Governador do Estado, as duas partes estavam irredutíveis. Dentro do quartel pudemos falar da palavra de Deus, alertar que estava havendo na verdade uma Batalha Espiritual, e não se tratava apenas de uma greve de reivindicações, dali fomos ao governador, e foi aberto o canal de negociação, no dia seguinte, quinta feira quando costumeiramente realizamos o café da manhã dos Pastores, estávamos em vinte e seis Pastores e por volta das onze horas e trinta minutos decretamos o final da greve, às quatorze horas os portões do quartel foram abertos e a paz voltou.

Temos vivido momentos de privilégio, pois estamos constatando que o que faz diferença na obra do Senhor, é ter conhecimento das estratégias do inimigo, para com o poder do nome e do sangue de Jesus ataca-lo no ninho.

Sempre foi um questionamento que fiz, porque a igreja vive se defendendo dos ataques de satanás, quando sabemos que a melhor defesa é o ataque.

O nosso sonho é que Palmas seja 100 % de Jesus, a cidade tem pouco mais de 180.000 habitantes, mais de 350 igrejas evangélicas, as igrejas evangélicas, crescem geometricamente.

Este é um breve relatório das estratégias que temos posto em prática na Batalha Espiritual aqui no centro do Brasil.


 
     
     
     
     
     
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